A Ditadura do Bege e a Cura pelas Curvas: Um Manifesto no Dia Mundial do Art Nouveau

Um homem musculoso e bem barbeado, em pé e de frente, posa em frente à icônica fachada da Casa Batlló em Barcelona. Ele veste um conjunto todo branco composto por uma jaqueta jeans aberta, uma camiseta, calças justas com um cinto branco e tênis robustos. Ele usa óculos de sol com armação branca e dois relógios (um grande prateado no pulso esquerdo e um menor no direito). O homem está voltado ligeiramente para a direita e olhando para a esquerda, com a mão esquerda no bolso da calça. O fundo apresenta a arquitetura ornamentada e ondulada de Gaudí, com seus mosaicos coloridos de cerâmica e vidro, janelas orgânicas e sacadas com colunas esqueléticas sob a luz do dia. Há uma árvore verde no canto superior e um poste de luz preto à direita. O chão é pavimentado.

Cansado da ditadura do minimalismo bege e dos prédios que parecem caixas de sapato? Neste Dia Mundial do Art Nouveau, faremos uma viagem irônica e esteticamente deslumbrante pelas curvas rebeldes que tentaram salvar o mundo da chatice. Da Europa ao Brasil, descubra por que o seu apartamento precisa desesperadamente de mais romance.

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A Ecologia do Sofá: Como o Dia 5 de Junho Explica a Arte de Sobreviver aos ‘Enta’

Eduardo vestido de forma casual com camiseta cinza, calça de moletom e meias, segurando uma sacola de papel pardo, em pé no centro de uma sala de estar com o braço estendido em um gesto de "pare". Ele tenta bloquear a entrada de três homens sorridentes e vestidos em trajes esporte fino, que forçam passagem pela porta da frente aberta durante o anoitecer. Na sala, há uma mesa de centro de madeira com um bolo de aniversário com velas acesas e uma placa com os dizeres "HAPPY BDAY EDU!". Ao fundo, uma grande TV exibe uma partida de Tetris. Em primeiro plano, um gato preto dorme tranquilamente enrolado sobre uma manta azul no sofá.

Chegar aos "enta" muda a nossa percepção sobre muitas coisas. Em um dia 5 de junho lotado de eventos mundiais, decidi olhar para trás e entender como a rua deixou de ser o meu sobrenome para dar lugar à gloriosa arte de ficar em casa sem sentir culpa. Uma reflexão sobre maturidade, fuso horário social e a preservação do sofá.

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O Aluguel Venceu o Vício: Sete Anos Sem Fumar e Outras Epifanias Ordinárias

Ilustração hiper-realista em preto e branco e de alto contraste. Mostra o rosto de um homem em perfil, com a cabeça reclinada para trás em meio à escuridão. Sua mão, com texturas detalhadas na pele, segura um cigarro aceso próximo aos lábios entreabertos. O homem exala uma espessa nuvem de fumaça branca iluminada que flutua para cima. À medida que a fumaça sobe, ela se transforma de maneira surreal e fluida na silhueta etérea de um rosto e cabelos femininos fantasmagóricos que pairam sobre ele, evocando uma atmosfera sombria, dramática e melancólica.

No Dia Mundial Sem Tabaco, a confissão nua e crua de quem largou o cigarro há quase 7 anos. Não foi por saúde, não foi por iluminação espiritual: foi porque o dinheiro do aluguel falou mais alto. Uma crônica sobre a síndrome do isqueiro fantasma, beber água até não aguentar mais e o alívio de não ter se tornado um ex-fumante chato.

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